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Sindicato dos Trabalhadores em Comunicação de Goiás

CONVENÇÃO COLETIVA 2018/19

Saiba +:

Bolsonaro ataca os fundos públicos: FAT e FGTS estão na mira do governo

Saiba +:

Prévia da inflação acelera e taxa é a maior para o mês de março desde 2015

Saiba +:

Assédio moral é crime, segundo Lei aprovada pela Câmara dos deputados

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Destaques

CONVENÇÃO COLETIVA DOS RADIALISTAS 2018/19

Postado: sexta-feira,29 de março de 2019

RADIALISTAS Informamos a todos os trabalhadores de Empresas de Rádio, Tv e Produtoras que acordamos nessa manhã (29/03) em audiência no MPT-18ª Região Convenção Coletiva 2018/19. O reajuste salarial de 4% será retroativo à outubro/2018. As diferenças salariais deverão ser pagas em parcela única. Informamos ainda que não haverá nenhum tipo de desconto à titulo de contribuição para o sindicato. A CCT será disponibilizada em breve para todos no site do sindicato. Miguel Novaes Filho Presidente

Bolsonaro ataca os fundos públicos: FAT e FGTS estão na mira do governo

Postado: quarta-feira,27 de março de 2019

Governo quer passar recursos dos fundos para o mercado, supostamente para melhorar a gestão. Medida pode acabar com políticas de geração de emprego e habitação, criticam em artigo Quintino e Claudinho Escrito por: CUT Nacional O governo de Jair Bolsonaro (PSL) quer passar a gestão dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o mercado. Supostamente, a medida melhoraria a gestão e desoneraria o setor produtivo. De fato e de direito, o governo matará essas duas importantes fontes de financiamento de políticas de geração de emprego e renda e habitação, afirmam em artigo o secretário de Administração e Finanças da CUT, Quintino Severo e o presidente Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira filiados à CUT (Conticon), Cláudio da Silva Gomes, o Claudinho. De acordo com o artigo de Quintino, que também é conselheiro do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (CODEFAT), e de Claudinho, que é conselheiro do Conselho Curador do FGTS, a medida vai engordar os lucros financeiros dos bancos privados. Não vai contribuir em nada para o desenvolvimento econômico do Brasil. O único interesse dos bancos privados, dizem os dirigentes no texto, é botar a mão nos R$ 846 bi dos fundos, sem contrapartidas, ou seja, sem qualquer compromisso com a geração de emprego ou com a execução das políticas sociais a cargo do fundo. Leia a íntegra do artigo: O ataque aos fundos públicos Por Quintino Severo, conselheiro do Codefat e Cláudio da Silva Gomes, conselheiro do CCFGTS As propostas do governo de Jair Bolsonaro (PSL) na área de geração de emprego e renda se assemelham as medidas implementadas pelo ilegítimo Michel Temer (MDB): são ruins para a classe trabalhadora e têm alto potencial para aumentar os lucros do empresariado. É isso que vai acontecer se for aprovada a proposta da equipe econômica do governo, que deu continuidade aos estudos iniciados por Temer, de desmantelar o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), tirando a gestão dos recursos das mãos dos trabalhadores e empresários e passando para o mercado. O argumento falacioso do governo atual é igual ao do anterior: os fundos devem ser geridos pelo mercado e, se possível, extintos, para desonerar o setor produtivo e melhorar a gestão. Ao invés de alavancar os investimentos, em um país com escassez de poupança interna como o nosso, a medida pode ser um tiro no pé. Matar essas fontes de financiamento, como quer o governo Bolsonaro, ao contrário de transferir mais recursos para as empresas e os trabalhadores, irá, na verdade, reduzir o emprego e engordar os lucros financeiros dos bancos privados.- Quintino e Claudinho Os dois fundos, pilares das políticas de emprego, renda e habitação, são verdadeiras "galinhas dos ovos de ouro". Juntos, representam cerca de R$ 1,2 trilhão ou 18% do Produto Interno Bruto (PIB) e um orçamento conjugado de mais de R$ 140 bilhões executados em 2018. Quanto ao FGTS, há boatos em torno da sua fusão com o FAT e de que a Caixa perderia o "monopólio" dos depósitos e da gestão. Bancos querem os R$ 846 bi dos fundos, sem contrapartidas Por trás do discurso em prol de uma pseudo maior eficiência, está a gula dos bancos privados que querem parte dos cerca de R$ 800 bilhões depositados no fundo, sem qualquer compromisso com a geração de emprego ou com a consecução das políticas sociais a cargo do fundo. E no FAT há o interesse da gestão dos R$ 32 bilhões de patrimônio líquido depositados no Banco do Brasil, e dos R$ 14 bilhões em operações dos depósitos especiais. Parte do engodo no discurso de extermínio dos fundos vem de quem acha que o Brasil tem dois seguros desemprego e que o FGTS concorre com o FAT. Não é verdade. O FAT paga ao trabalhador o seguro-desemprego. Já o caso FGTS, que nos países desenvolvidos chama "Severance pay" (indenização de pagamento) ou "Redundancy compensation" (compensação pelo desligamento), o é calculado sempre a partir do tempo de serviço. Os fundos também são muito diferentes nos seus objetivos subsidiários. O FAT, além de pagar o seguro-desemprego nas suas várias modalidades e o abono salarial, financia a rede de proteção ao emprego, os SINEs, a qualificação e a intermediação da mão de obra e também linhas de crédito subsidiadas com o objetivo de gerar emprego. O FGTS, por sua vez, financia a política habitacional de interesse social e a infraestrutura. A gestão dessas políticas é tripartite, apesar de, no FGTS, o conselho não ser paritário entre governo, trabalhadores e patrões - a maioria é governamental. A gestão tripartite está alinhada com os princípios da Organização Internacional do Trabalho (OIT) do diálogo social e inserida nas melhores práticas de política pública. Ela evita justamente que o governo faça uso dos recursos sem transparência ou que promova uma política que não atende às necessidades da sociedade. As linhas de crédito de ambos os fundos e suas excelentes performances na geração de emprego e apoio ao sistema produtivo mostram que os recursos estão contribuindo decisivamente para o desenvolvimento econômico do Brasil. No entanto, existem limitações que devem ser enfrentadas, principalmente no FAT, onde as restrições orçamentárias e a orientação da política acabaram por desequilibrar o tripé das políticas do programa de seguro-desemprego, subfinanciando o SINE e a intermediação de mão de obra e desarticulando-a da qualificação e do pagamento de benefícios. O financiamento de longo prazo no país tem no FAT e no FGTS suas principais fontes. E os bancos privados não estão dispostos a realizar esse tipo de financiamento com taxas equiparáveis às internacionais e às garantias dadas pela União. Longe disso, as taxas dos bancos privados brasileiros sufocam as empresas nacionais e, com isso, inibem o desenvolvimento e a geração de empregos. Eles se limitam a fazer "empréstimos pontes", cujos investimentos depois são financiados, ao fim e ao cabo, pelos bancos públicos. Esse financiamento feito pelo Estado não é uma invenção brasileira, muito menos um exemplo torto, como mostra a Alemanha e seus bancos públicos regionais, que têm papel importantíssimo no financiamento do desenvolvimento. Somos contrários à ideia do governo de disponibilizar para operação diretamente nos bancos privados os recursos públicos do FAT, sem a garantia e a excelência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e demais bancos públicos na gestão. Tal permissividade só levaria ao descontrole e à falta de transparência, sem qualquer garantia de que o fim social do recurso seja atingido. O mesmo vale para o recurso privado do FGTS, garantido pelo banco público e pela curadoria tripartite, que resguardam seu valor e fim social. O FGTS já foi, no passado, depositado livremente em qualquer banco e o resultado foi a insolvência do fundo e o prejuízo do trabalhador. O governo precisa ser claro em suas propostas e deixar de "ventilar" o que pretende fazer na imprensa ou de tratar medidas como essa relacionada ao FAT e ao FGTS nos "anéis sombrios" que ligam a burocracia aos setores privados. Estamos aqui para defender os trabalhadores e as trabalhadoras e negociar com transparência melhorias na gestão e na eficiência do FAT e do FGTS com gestão compartilhada, como é hoje, para o bem do Brasil e dos brasileiros.

Prévia da inflação acelera e taxa é a maior para o mês de março desde 2015

Postado: quarta-feira,27 de março de 2019

Só o feijão carioca subiu 41,44%, acompanhado pelo tomate (16,73%). As passagens aéreas subiram 7,54%, apesar da cobrança de bagagem que empresários diziam que iria ajudar a derrubar os preços Escrito por: Redação CUT A prévia da inflação de março acelerou para 0,54%, puxada pelo aumento nos preços dos grupos de alimentos e de transportes. É a maior variação em um mês de março desde 2015, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira (26), pelo IBGE. O IPCA-15 acumulado nos 12 meses pulou de 3,73% para 4,18% entre fevereiro e março deste ano. O acumulado do primeiro trimestre (IPCA-E) ficou em 1,18%. O feijão carioca, que subiu 41,44% entre 13 de fevereiro a 15 de março de 2019, e outros itens importantes da cesta básica, como tomate (+16,73%), frutas (+2,73%) e leite longa vida (+2,35%) contribuíram para aumentar o impacto da inflação no orçamento das famílias brasileiras. No grupo dos transportes, os dois principais impactos vieram de passagens aéreas, que aumentaram 7,54%, apesar do empresariado do setor ter dito que, com a cobrança para despachar bagagens, os preços iriam cair; e do etanol, com alta de 2,64%. Após três meses de queda, a gasolina registrou ligeira alta de 0,28%. Ainda em Transportes, destaca-se o resultado de 0,73% dos ônibus urbanos, que tiveram reajustes de tarifas em Porto Alegre, Recife, Curitiba, Rio de Janeiro e Fortaleza. Apenas artigos de residência (-0,23%) e comunicação (-0,19%) apresentaram deflação na prévia de fevereiro para março. Em comunicação, a variação negativa do mês deveu-se à queda no preço dos aparelhos telefônicos (-1,86%) e ao item telefone fixo (-0,50%), por conta da redução média de 7,50% no valor das tarifas de fixo para móvel. Preços sobem em todas as Regiões do país O IPCA-15 registrou alta nos preços em todas as 11 Regiões do país pesquisadas. O maior índice foi em Fortaleza (0,92%), em função da alta nos preços da gasolina (5,92%). O menor resultado foi na região metropolitana de Salvador (0,29%). Metodologia Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 13 de fevereiro a 15 de março de 2019 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 16 de janeiro a 12 de fevereiro de 2019 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.



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Novo modelo obrigatório, a partir 01/08/2012.

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